Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.
(...)
Leva os meus braços
Esconde-te em mim
(...)
Não posso deixar de sentir-te
na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.
Não posso mentir que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.
(Abrunhosa)
espaços temporais impossíveis de ocultar, que pela sua dimensão ocupam um lugar especial dentro do ser....
As minhas , as nossas.... São como as mãos dadas.... Os olhares que se fundem....
As memórias que produzem os orgasmos da alma!


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